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Raia Olímpica de Remo

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A RAIA OLÍMPICA
A tarefa de delimitar a raia de competição deve ser confiada a um topógrafo.
A raia padrão para Competições de Remo, deve proporcionar condições justas e iguais de prova para seis equipes, competindo separadamente, em raias paralelas sobre uma distância de 2.000 metros. Além das seis pistas de corridas, deve haver largura de água suficiente para permitir padrões de tráfego seguros, para aquecimento e resfriamento das guarnições.

DISTÂNCIAS
As distâncias de competição padrão da CBR devem ser de 2000 metros, em linha reta para homens e mulheres, nas categorias Sênior A, Sub 23, Peso Leve e Juniores. Para Máster (Masculino, Feminino e equipe mista) a raia deve ser de 1000 metros.

COMPRIMENTO
O comprimento mínimo necessário para competições de juniores, pesos-leves, sub 23 e seniores (masculino e feminino), é de 2.150 m. (50 + 2.000 + 100). A raia para as competições de Máster (homens e mulheres) deverá ser de 1.150 m.(50 + 1.000 + 100).

LARGURA
A largura das raias é de no mínimo 108 m, a fim de permitir a presença de seis competidores por prova. (13,5 + (6 x 13,5) + 13,5).
A largura ideal é de 135 m. ( 13,5 + (8 x 13,5) + 13,5).
Esta largura permite às embarcações se dirigirem ao pontão de partida sem prejudicar o desenvolvimento da regata.
Para campeonatos da FISA a largura indicada é de 162 m. (27 + (8 x 13,5) + 27).

PROFUNDIDADE
Sendo o fundo da raia nivelado, esta deve ter uma profundidade mínima de 3 m em toda a sua extensão. Sendo irregular, a profundidade mínima deve ser de 3,5 m.

CONDIÇÕES LOCAIS
A superfície ou plano d’água deve ser protegido o mais possível dos ventos. Não sendo isto possível, não deve existir nas margens edifícios, bosques ou outros tipos de anteparos que possam favorecer determinadas raias em detrimento de outras.
Não deve haver correnteza. Se por acaso houver, não deve ocasionar condições desiguais nas diversas balizas e não deve exceder a seis metros por minuto em regatas internacionais ou nacionais e doze metros por minuto em regatas estaduais. O desenvolvimento correto das provas não deve ser perturbado por ondas de origem artificial ou natural. As margens da raia não devem devolver as ondas, mas, pelo contrário, absorve-las.

INSTALAÇÕES TÉCNICAS


PONTÃO DE PARTIDA
As raias devem dispor de instalações fixas para a partida, com seis raias de 13,50 m de largura no mínimo, no caso de ser marcada pelo “Sistema Albano”; não podendo dispor desse sistema, deve ter no mínimo 6 e no máximo 8 raias de 13,50 m de largura cada.

AUXÍLIOS DE DIREÇÃO

Os barcos sem timoneiro devem ter pontos de referência representados por painéis sinalizadores, colocados no eixo de cada raia, atrás da linha de partida, grandes o bastante para serem vistos durante os primeiros 200 m do percurso.

TORRE DE PARTIDA

Para o “Starter” deve haver, atrás das instalações fixas de partida, uma plataforma suficientemente elevada, colocada sobre o eixo central da raia. A plataforma deve ser instalada a uma distância de 40 a 50 m atrás da linha de partida e se situar de 3 a 6 m acima do nível da água. Esta plataforma deve ser construída de tal forma que o starter tenha uma clara visão sobre toda a linha de partida, incluindo a barraca do alinhador.

EQUIPAMENTO DO STARTER
Deve haver um relógio para orientar os concorrentes que esperam pelo começo da prova, e um quadro negro com giz, para serem escritas às ordens em caso de atraso ou adiamento; um megafone ou microfone ligado a alto-falantes, permitindo assim, a cada concorrente receber, ao mesmo tempo as instruções do Starter.

Equipamento obrigatório: Bandeira vermelha, sino, programa da regata, megafone ou microfone, relógio grande, quadro negro com giz e rádio comunicador.
O starter deve manter-se em comunicação direta, via rádio, com o alinhador, árbitro de chegada, comissão de controle e presidente do júri.

INSTALAÇÃO DO ALINHADOR

Para o alinhador deve haver, exatamente na linha de partida, uma estrutura fixa instalada a uma distância de 15 a 30 metros da primeira raia e situar-se de 1 a 2 metros sobre o nível da água.
Para Regatas Internacionais deverá ter um equipamento de controle de partida, com câmara de vídeo, e a linha de partida demarcada por um fio absolutamente esticado na vertical que deve ser colocado à frente do alinhador, coincidindo com uma linha vertical preta sobre um painel amarelo colocado no lado oposto da linha de partida.

ZONA DE PARTIDA
Uma bóia vermelha com bandeira branca, colocada nas laterais da raia, indica os limites dos primeiros 100 m do percurso, que se denomina “zona de partida”.
Sendo adotado o sistema albano estes 100 metros iniciais, será marcado com uma seqüência de bóias vermelhas.

RAIAS
As raias devem ser retas e com a mesma largura em todo o comprimento.
A largura de cada raia é de 13,5 metros.
È recomendável oito raias (O Mínimo é seis)

NUMERAÇÃO DAS RAIAS

A raia de número 1 deverá estar do lado esquerdo do Starter, que deverá estar no Pontão de Partida olhando para a linha de chegada.

BÓIAS
Se for adotado o “Sistema Albano”, a raia deve ter todas as suas balizas delimitadas ao longo dos 2.000 m, por bóias, distantes uma da outra não mais de 12,5 m. (10 m é o ideal). A superfície dessas bóias (cujo diâmetro não deve exceder a 15 cm.), deve ser macia, flexível. Deverá haver uma linha de bóias de cor diferente a cada 250 metros (vermelha). E recomendado que todas as bóias nos primeiros cem metros e nos últimos 250 metros também sejam desta cor diferente (vermelha).

MARCADORES DE DISTÂNCIA
Na chegada, deve haver uma placa indicativa dos 2.000 metros.
A cada 250 metros a partir da linha de partida, deverá haver marcadores dos dois lados da raia, indicando a distância percorrida, ate os 1750 metros.
Para regatas regionais e campeonatos nacionais, as raias podem ser demarcadas lateralmente por bóias colocadas a cada 250 m, preferencialmente de cores diferentes para orientação dos remadores. Neste caso, nos 500 m, 1.000 m, 1.500 m e na linha de chegada, bóias maiores com a indicação da distância percorrida.

LINHA DE CHEGADA

A linha de chegada é demarcada por um fio absolutamente esticado na vertical que deve ser colocado à frente dos Árbitros de Chegada, coincidindo com uma linha vertical preta sobre um painel amarelo colocado no lado oposto da linha de chegada. Como alternativa, dois fios verticais podem ser usados em uma mesma margem, caso não haja o painel amarelo colocado do lado oposto.
A linha de chegada é demarcada e definida na água por pequenas bóias laterais que sustentam uma bandeira vermelha, pequena, a 5 metros fora do curso da raia, em cada lado.
É essencial que essas bandeiras vermelhas estejam exatamente na Linha de Chegada, e que não impeçam a visão dos árbitros de chegada e nem o progresso das guarnições.

TORRE DE CHEGADA

Uma escada para 05 árbitros, obrigatoriamente, deve ser erguida exatamente na marca dos 2000 metros, na Torre de Chegada, esta a uma distância de aproximadamente 30 metros da raia de competição, com espaço suficiente para acomodar o cronometrista, os árbitros de chegada e o equipamento de foto-finish.

ÁREA DE ESCAPE
Além da linha de chegada, para permitir as guarnições pararem com segurança, tem que haver uma distância mínima de 100 metros de água, o ideal é 200.

RESULTADOS / SISTEMA DE CRONOMETRAGEM

Os tempos são medidos o mais perto de 1/100” de segundo.
No caso de chegadas emparelhadas, a ordem de classificação deverá ser determinada através da filmagem, utilizando-se para tanto câmera de vídeo (vídeo finish), ou equipamento óptico especial (foto-finish) que deverá ser feita, obrigatoriamente, sobre a linha de chegada.

INSTALAÇÕES TÉCNICAS CATEGORIA B

As raias que não tiverem plataforma fixa para o “Starter”, pontões fixos para as partidas, bóias a cada 250 m nas laterais da raia, distâncias menores que 2.000 m, profundidade menor que 3,5 m, largura com menos de 81m (6 x 13,5), são consideradas raias de Classe B, não podendo sediar os campeonatos nacionais e/ou internacionais.
As raias que não garantam um desenvolvimento normal das provas por causa dos ventos constantes, marés, vagas ou correnteza além de 12 metros por minuto, não são consideradas raias de corrida regulamentares para a realização de campeonatos nacionais e/ou internacionais de qualquer classe.
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REMO EM AÇÃO

VENHA REMAR !

            REMO PARALÍMPICO EM LONDRES